DEVOLUTIVA CINECULT: MOSTRA NÃO TEMER!

Nos dias 22, 25 e 26 de maio, foi exibido o CineCult Mostra Não Temer! na Universidade Federal do Pampa/Jaguarão. Seguem abaixo as devolutivas:

 ELES NÃO USAM BLACK-TIE

 O filme brasileiro Eles não usam black-tie (1981) do diretor Leon Hirszman abriu no dia 22 de maio de 2017 o CineCult Mostra Não Temer! organizada pela PET – Produção e Politica Cultural, com a proposta de promover diálogos e debates sobre direitos e vida dos trabalhadores e trabalhadoras.

O filme baseado na peça de mesmo nome foi exibido às 19 horas e 30 minutos no gramado frontal da UNIPAMPA/Jaguarão. A exibição contou com um publico de discentes e docentes dos diversos cursos do campus.

Ao final do filme os presentes participaram do debate com as Técnicas Administrativas Cristiane Ricordi e Tônia Ribeiro e com o discente Allan Cereda. As debatedoras e o debatedor trouxeram, a partir do filme, um diálogo com os tempos atuais sobre a vida dos trabalhadores e trabalhadoras, a criminalização e repressão de movimentos grevistas, condições precárias de trabalho e vida, e a resistência dos trabalhadores e trabalhadoras.

 

BESOURO

No dia 25 de maio de 2017 às 19h30min aconteceu o cinecult mostra não temer com a exibição do filme besouro. O filme aborda questões pós abolição da escravatura, marginalização do povo negro, criminalização da capoeira e as divindades de matriz afro. A mostra contou com um relato da atriz Jéssica Barbosa sobre aspectos referentes ao filme e a posição do negro no cenário audiovisual. Além disto, as debatedoras Gabriela Aveiro e Raicilane Santana trouxeram alguns aspectos à luz da cena da produção e da política cultural, bem como pelo viés da militância negra.

 

EU, DANIEL BLAKE
A exibição do filme “Eu, Daniel Blake”, na última sexta-feira, 26 de maio, encerrou o CineCult: Mostra Não Temer, organizada pelo PET – Produção e Política Cultural, com o intuito de levantar e debater questões sobre o trabalhador e o mundo trabalho.
A exibição foi realizada no hall de entrada da Universidade Federal do Pampa, campus Jaguarão e contou com a presença da discente e bolsista PET-PPC, Camilla Lourenço e dos professores Guinter Tlaija Leipnitz e Vera Guimarães como debatedores.
A partir do filme, foram discutidos variados temas: direitos trabalhistas, o papel do estado, exclusão digital e informacional, o cinema como ferramenta de protesto, a solidariedade humana, entre outros.
Diante das destruições dos direitos trabalhistas ocasionadas pelo atual governo brasileiro, esse longa nos mostra que o descaso com o trabalhador é um problema em esfera mundial e que o caso brasileiro é apenas um reflexo de uma exploração histórica da classe trabalhadora, como bem foi levantado pelos debatedores.

DEVOLUTIVA CINECULTINHO: EGON & DÖNCI – PERDIDOS NO ESPAÇO

No dia 27 de maio 2017 foi realizada a exibição do filme  de animação húngaro“Egon and Dönci”, que em português ganhou livre tradução do título  para “Perdidos na Galáxia”. A projeção contou com a proposta de apropriação do espaço auditório do campus Jaguarão, como de costume, e a parceria com a Brinquedoteca. Utilizamos tatames para que as crianças pudessem se sentir à vontade em sentar ou ainda deitar para curtir esta aventura espacial junto aos dois personagens. O filme que se propunha a linguagem gestual entre as personagens e o espectador, não conseguiu prender tanto da atenção das crianças ali presentes. Apesar de todo cuidado especial em aconchegar as crianças, filme demonstrou-se entediante para alguns, desencadeando com um dispersão, tornando talvez difícil a compreensão para aqueles que estavam interessados na aventura intergalática das personagens. Num breve diálogo ao final da exibição percebeu-se que alguns haviam gostado sim e se entreteram com filme, ao responder algumas questões levantadas pelos bolsistas em diálogo com os mesmos. A grande expectativa deste CineCultinho em particular foi gerada e estava voltada para a construção de um possível foguete ao final da exibição, por meio de materiais recicláveis, muita fita, cola e tinta. O que foi realizado com um enorme sucesso e diversão tanto para as crianças, assim como para os bolsistas presentes que se predispuseram como mentores das equipes construtoras e para aqueles que ali estavam apenas acompanhando com o olhar atento. Nossa viagem espacial juntos a essas crianças de Jaguarão foi enriquecedora à criatividade tanto deles, quanto para nossa. Para além de uma exibição fílmica, foi uma experiência engrandecedora para nossas relações interpessoais enquanto grupo PET de Produção e Política Cultural, assim como impulsionadora para entender as necessidades desse público infantil ávido por conhecimento e troca.

CINECULTINHO apresenta EGON & DÖNCI – PERDIDOS NA GALÁXIA

CineCultinho-01

Neste mês o CineCultinho irá propor no dia 27 de maio ao seus espectadores, uma viagem intergalática às 14h na UNIPAMPA/Câmpus Jaguarão, com a exibição do filme de animação húngaro,  “Egon and Dönci”. O filme levou seis anos para ser concluído e ganhou livre tradução do título no Brasil como “Perdidos na Galáxia”. Venham conferir e compartilhar conosco dessa viagem pelo universo das galáxias, da Via  Láctea e pelo sistema solar na companhia do nosso cientista, astronauta amador Egon e o seu gatinho guloso, xereta, Dönci. Além de toda a aventura interplanetária, o filme nos fará refletir também a respeito de questões ambientais e de nossas ações para a preservação do nosso planeta Terra. Tragam sua roupa de astronauta, seu capacete de astronauta que ao final da exibição pretendemos construir nossa própria astronave e embarcar no mundo imaginário do espaço sideral.

CineCult – Mostra NÃO Temer!

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Nesse mês de maio o PET Produção e Política Cultural apresentará no CineCult a Mostra Não Temer! A mostra exibirá três filmes com a temática trabalhista, com o intuito de debater os direitos dos trabalhadores, que foram duramente conquistados e que correm grandes riscos de serem retirados. Os filmes exibidos serão:

• Eles não usam black-tie – 22/05 – Debatedores: Cristiane Ricordi, Tônia Ribeiro e Allan Cereda.

• Besouro – 25/05 – Debatedores: Walker Pincerati, Gabriela Aveiro e Raicilane Santana.

Participação especial: Jéssica Barbosa.

• Eu, Daniel Blake – 26/05 – Debatedores: Vera Guimarães, Guinter Tlaija Leipnitz e Camilla Lourenço.

As três exibições ocorrerão às 19h30 no gramado frontal da UNIPAMPA/Jaguarão. Venham assistir e debater conosco!

FILME: ELES NÃO USAM BLACK-TIE

Direção: Leon Hirszman

Ano de lançamento: 1981

Gênero: Drama

Classificação: 14 anos

Duração: 120 min.

Nacionalidade: Brasil

Sinopse por: Adoro Cinema

Em São Paulo, em 1980, o jovem operário Tião (Carlos Alberto Riccelli) e sua namorada Maria (Bete Mendes) decidem casar-se ao saber que a moça está grávida. Ao mesmo tempo, eclode um movimento grevista que divide a categoria metalúrgica. Preocupado com o casamento e temendo perder o emprego, Tião fura a greve, entrando em conflito com o pai, Otávio (Gianfrancesco Guarnieri), um velho militante sindical que passou três anos na cadeia durante o regime militar.

Mais sobre o filme por Milena Cristina Almeida:

O PET – Produção e Política Cultural exibirá o filme Eles não usam Black-tie (1981) dentro da Mostra NÃO TEMER! do CineCult deste mês, no dia 22 as 19 horas e 30 min no gramado da UNIPAMPA/Jaguarão, com a proposta de debater questões relativas a vida de trabalhadores. A obra dirigida por Leon Hirszman – diretor de Nelson Cavaquinho e ABC da Greve – é baseada na peça de mesmo nome (1958) de Gianfrancesco Guarnieri, que inclusive protagonizou o filme. Eles não usam Black-tie também conta com Fernanda Montenegro, Bete Mendes e Milton Gonçalves no elenco. A narrativa discute as condições de vida, de trabalho, de lazer, relações familiares e de sociabilidade de trabalhadores de uma metalúrgica no final dos 70. A linha narrativa do filme é conduzida através do conflito de pai e filho, ambos trabalhadores da metalúrgica, em que o pai é um líder sindical que aposta na ação coletiva para a resolução de questões colocadas para os trabalhadores, enquanto que o filho se posiciona de maneira individualista.

O filme estabelece um profundo diálogo com os nossos tempos ao trazer questões tão proeminentes na história da classe trabalhadora brasileira como a criminalização e repressão de movimentos grevistas; prisão arbitrária de lideranças sindicais; condições precárias de trabalho e vida; e a resistência dos trabalhadores. Um grande filme que além de abordar o sempre presente conflito capital-trabalho, versa sobre questões cotidianas e distintas visões de mundo de trabalhadores (tema central na obra de Hirszman).

FILME: BESOURO

Direção: João Daniel Tikhomiroff

Ano de lançamento: 2009

Gênero: Ação, drama, fantasia

Classificação: 14 anos

Duração: 95 min.

Nacionalidade: Brasil

Sinopse por: Adoro Cinema

Bahia, década de 20. No interior os negros continuavam sendo tratados como escravos, apesar da abolição da escravatura ter ocorrido décadas antes. Entre eles está Manoel (Aílton Carmo), que quando criança foi apresentado à capoeira pelo Mestre Alípio (Macalé). O tutor tentou ensiná-lo não apenas os golpes da capoeira, mas também as virtudes da concentração e da justiça. A escolha pelo nome Besouro foi devido à identificação que Manuel teve com o inseto, que segundo suas características não deveria voar. Ao crescer Besouro recebe a função de defender seu povo, combatendo a opressão e o preconceito existentes.

Mais sobre o filme por Raicilane Santana:

O dia 13 de maio é uma data não-comemorativa onde se demarca a abolição da escravatura no Brasil. Entendendo as problemáticas que envolvem este acontecimento, o PET Produção e Política Cultural realizará a exibição do filme Besouro dentro do Cinecult Mostra Não Temer! A proposta é refletir sobre a relação de trabalho a qual os negros eram submetidos no período pós-abolição e quais são os reflexos que reverberam no contexto atual.

FILME: EU, DANIEL BLAKE

Direção: Ken Loach

Ano de lançamento: 2016

Duração: 121 min.

Classificação: 12 anos

Gênero: Drama

Nacionalidades:  Reino Unido, França, Bélgica

Sinopse por: Adoro Cinema

Após sofrer um ataque cardíaco e ser desaconselhado pelos médicos a retornar ao trabalho, Daniel Blake (Dave Johns) busca receber os benefícios concedidos pelo governo a todos que estão nesta situação. Entretanto, ele esbarra na extrema burocracia instalada pelo governo, amplificada pelo fato dele ser um analfabeto digital. Numa de suas várias idas a departamentos governamentais, ele conhece Katie (Hayley Squires), a mãe solteira de duas crianças, que se mudou recentemente para a cidade e também não possui condições financeiras para se manter. Após defendê-la, Daniel se aproxima de Katie e passa a ajudá-la.

Mais sobre o filme por Camilla Lourenço:

O longa britânico vencedor do prêmio Palma de Ouro, “Eu, Daniel Blake”, carrega em suas cenas, minuto após minuto, o sufocamento excruciante causado pela burocracia que incide sobre um ser humano que busca por um benefício que é seu por direito. Por lei.

O filme do diretor Ken Loach aborda as tremendas contradições de um sistema engessado e repleto de processos segregatórios. Em contrapartida, demonstra também a união presente entre aqueles que sofrem com as dificuldades impostas por esse sistema. O relacionamento construído entre os personagens é calcado no apoio mútuo, na empatia, na sensibilidade de compreender o outro. A sensibilidade necessária para as relações humanas que a tecnologia na tela de um computador não é capaz de expressar.

“Eu, Daniel Blake”, para muito além de uma excelente obra cinematográfica, é uma narrativa extremamente necessária. É o drama que milhões de trabalhadores vivem diariamente. São as entranhas do problema expostas através de um – aparentemente – simples carpinteiro britânico impedido de trabalhar por um problema de saúde, ao mesmo tempo que não consegue assegurar o seu direito para ser capaz de sobreviver ao problema. É o desespero de uma mãe que passa fome para que os seus filhos possam ter o mínimo de alimentação. “Eu, Daniel Blake” é uma denúncia à essa doença social que se alastra por todo o globo.

PALESTRA VIRTUAL

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O quê? Palestra Virtual – Apresentação de projetos desenvolvidos pelo CEGOV/UFRGS e Limitações e oportunidades da economia criativa no âmbito das políticas públicas.
Quando? 19/05/2017 – sexta-feira, às 16h.
Onde? Unipampa/Jaguarão, sala 206.
Haverá certificado a todos os participantes.

O professor Marcelo Milan integra o Centro de Estudos Internacionais sobre Governo (CEGOV) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), um centro interdisciplinar vinculado à Reitoria, cujo objetivo é estudar a ação governamental no Brasil e no mundo. Nesse sentido, a missão do CEGOV é articular seus pesquisadores em áreas interdisciplinares prioritárias e realizar projetos de pesquisa aplicada. Também desenvolve atividades de extensão e de ensino, e serve como espaço para coordenação e interlocução entre pesquisadores, grupos de pesquisa, cursos de graduação e programas de pós-graduação da UFRGS, voltados para as políticas públicas. O CEGOV preza pela excelência acadêmica no desenvolvimento de seus projetos e pelo progresso da UFRGS como instituição de ensino de reconhecimento internacional. Possui Grupos de Trabalho (GTs), dentre eles, destacam-se: Economia Criativa, Cultura e Políticas Públicas; Avaliação de Políticas Públicas; Política para família, gênero e geração; Comportamento e Instituições Políticas, entre outros. E alguns dos Projetos que desenvolve são: OBEC – Observatório Estadual de Economia Criativa; Observatório de Políticas Sociais do Estado do RS; Rede Nacional de Estudos e Gestão da Cultura, entre outros. Informações disponíveis em: https://www.ufrgs.br/cegov/

Marcelo Milan, é doutor em Economia pela Universidade de Massachusetts Amherst. Professor de Economia e Relações Internacionais na Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS. Pesquisador do Centro de Estudos Internacionais sobre Governo (CEGOV) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O CEGOV possui o Grupo de Trabalho: Economia Criativa, Cultura e Políticas Públicas. Integra também o Observatório de Economia Criativa – OBEC/RS, ligado ao recém criado NECCULT/UFRGS que atua nos campos interdisciplinares da Economia Criativa, Cultura e Inovação.

Programação do Grupo de Estudos – Pesquisa PET-PPC

Grupo de Estudos em Política Cultural – Pesquisa PET-Produção e Política Cultural/UNIPAMPA – Coordenação: Profa Dra Carla Rabelo

Grupo de Estudos em Política Cultural – Pesquisa PET-Produção e Política Cultural/UNIPAMPA.

Coordenação, mediação dos debates presenciais e registros fotográficos: Profa Dra Carla Rabelo – carlarabelo@unipampa.edu.br 

Apresentação e debates sobre textos lidos.

Grupo de discussão. 

LEITURA ORIENTADA – DEZ PERGUNTAS NORTEADORAS

1. Quem é a autora (o) do texto?

2. Qual a proposta geral do texto?

3. Como está dividido o texto?

4. O que é discutido em cada parte do texto?5. Conceitos principais acionados?

6. Quais as conclusões do texto?

7. Quais são as suas conclusões?

8. Como se relaciona com sua formação, com o campo da cultura ou temas debatidos no curso?

9. Bibliografia usada pelo(a) autor (a)?

10. Comentários e debate entre todxs presentes.

PRIMEIRO ENCONTRO

DATA: 18/05/2017

TEXTO 1 – RUBIM, Antonio Albino Canelas. Políticas culturais no Brasil: tristes tradições. Galáxia. Revista do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica. ISSN 1982-2553, n. 13, p. 101-113, 2006. Disponível em: https://revistas.pucsp.br//index.php/galaxia/article/view/1469>> Apresentadorxs: MILENA, POLLYANNA E KARINA.>> Debatedores/leitores: todxs demais bolsistas e presentes.

SEGUNDO ENCONTRO

DATA: 01/06/2017 

TEXTO 2 – RUBIM, A. Políticas culturais no primeiro governo Dilma: patamar rebaixado (pg 33). Em: Políticas Culturais no governo Dilma. Disponível em: http://www.direitosculturais.com.br/pdf.php?id=119>> Apresentadorxs: RENATO, RAICILANE E CAMILLA>> Debatedores/leitores: todxs demais bolsistas e presentes.

TERCEIRO ENCONTRO

DATA: 08/06/2017 (devido ao feriado seguinte)

TEXTO 3 – CALABRE, Lia. Notas sobre os rumos das políticas culturais no Brasil nos anos 2011-2014. Em: Políticas Culturais no governo Dilma. Disponível em: http://www.direitosculturais.com.br/pdf.php?id=119>> Apresentadorxs: BRENO, BRUNO E NATALIA.  >> Debatedores/leitores: todxs demais bolsistas e presentes.

QUARTO ENCONTRO

DATA: 22/06/2017

TEXTO 4 – BARBALHO, Alexandre. O Segundo Tempo da Institucionalização : O S i s t e m a N a c i o n a l d e Cul t ur a no Governo Dilma. Em: Políticas Culturais no governo Dilma. Disponível em: http://www.direitosculturais.com.br/pdf.php?id=119>> Apresentadorxs: GEZILANE E ATHEMIS.>> Debatedores/leitores: todxs demais bolsistas e presentes.

QUINTO ENCONTRO

Data da reunião: 17/08/2017 – quinta-feira, 19h. Sala: 406.Texto: KRAMER, Sonia. Infância, Cultura contemporânea e educação contra a barbárie. Disponível em: http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/revistateias/article/view/23857
Apresentadoras: Camilla, Gê, Raici e Athemis.
Debatedorxs: Breno, Bruno, Renato e Natalia.
INFÂNCIA, CULTURA CONTEMPORÂNEA E EDUCAÇÃO CONTRA A BARBÁRIE – Sonia Kramer
ResumoO campo das políticas voltadas à infância enfrenta desafios econômicos políticos, sociais e culturais que têm proporções graves. Vivemos hoje o paradoxo de ter um conhecimento teórico avançado sobre a infância, enquanto assistimos com horror à incapacidade da nossa geração de lidar com populações infantis e juvenis. O objetivo deste texto é refletir sobre este paradoxo. Trata de três questões: infância e conhecimento, na qual são abordados o conceito de infância na contemporaneidade e os modos de conhecer as populações infantis; as crianças como cidadãs e os desafios que precisam ser enfrentados pelas políticas para a infância, em especial de educação; infância, formação cultural e experiência. A idéia central é a urgência de educar contra a barbárie.
Palavras-chave: infância; barbárie; formação cultural

SEXTO ENCONTRO

24/08/2017 – TEXTO 6:
SANTOS, Boaventura de Sousa. Para além do pensamento abissal: das linhas globais a uma ecologia de saberes. Novos estud. – CEBRAP, São Paulo , n. 79, p. 71-94, Nov. 2007. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-33002007000300004&lng=en&nrm=iso
Apresentadores: Damaris, Breno, Pollyanna e Renato. Debatedoras: Emilly, Gê, Karina e Camilla.

SÉTIMO ENCONTRO

31/08/2017 – TEXTOS 6 E 7.
RETORNO AO TEXTO 6: SANTOS, Boaventura de Sousa. Para além do pensamento abissal: das linhas globais a uma ecologia de saberes. Novos estud. – CEBRAP, São Paulo , n. 79, p. 71-94, Nov. 2007. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-33002007000300004&lng=en&nrm=iso
Apresentadores: Damaris, Breno, Pollyanna e Renato.
Debatedoras: Emilly, Gê, Karina e Camilla.

31/08/2017- TEXTO 7: GERALDES, Elen; CARVALHO, Milena Times. Políticas Culturais de Acesso ao Cinema Brasileiro: trajetórias e desafios. http://www2.faac.unesp.br/comunicacaomidiatica/index.php/comunicacaomidiatica/article/view/500.

Apresentadores: Emilly, Natalia, Bruno e Karina. Debatedores: Damaris, Renato, Pollyanna, Athemis.

Grupo de Estudos em Política Cultural – 2018/01

Em continuidade ao nosso grupo de pesquisa, segue a programação deste semestre. Boas leituras!

Pesquisa PET-PPCGrupo de Estudos em Política Cultural – 2018/01

Apresentações e debates sobre textos lidos.

TEXTO 8

20/04/2018Texto: ARRUDA, Maria Arminda do Nascimento. A política cultural: regulação estatal e mecenato privado. Periódico: Revista Tempo Social (USP).Expositorxs: Camilla e Gabriel. Debatdorxs: Breno e Athemis.
TEXTO 9

04/05/2018. Texto: BARBALHO, Alexandre. Em tempos de crise: o MINC e a politização do campo cultural brasileiro. Periódico: Políticas Culturais em Revista (UFBA). Expositorxs: Athemis e Thiago. Debatdorxs: Karina e Natalia.

TEXTO 10

18/05/2018. Texto: FRANCO, Marielle. Mulher, negra, favelada e parlamentar: resistir é pleonasmo. Livro: O golpe na perspectiva de gênero (UFBA). Expositorxs: Karina e Emily. Debatdorxs: Thiago e Beto.

TEXTO 11

01/06/2018. Texto: MELLO, Luiz et al. Por onde andam as Políticas Públicas para a População LGBT no Brasil? Periódico: Revista Sociedade e Estado (UNB). Expositorxs: Renato e Beto. Debatdorxs: Camilla e Emily.

TEXTO 12

15/06/2018. Texto: PUPO, Maria Lucia de Souza Barros. Para alimentar o desejo de teatro. Periódico: Sala Preta (USP). Expositorxs: Breno e novo bolsista 1. Debatedorxs: Renato e novo bolsista 2

TEXTO 13

29/06/2018. Texto: ACHUGAR, Hugo. A Política cultural no acordo do Mercosul. Periódico: Estudos Avançados (USP). Expositorxs: Natalia e novo bolsista 2. Debatdorxs: Gabriel e novo bolsista 1.

LEITURA ORIENTADA – PERGUNTAS NORTEADORAS PARA RESPONDER NA APRESENTAÇÃO 
1. Quem é a autora (o) do texto?

2. Qual a proposta geral do texto?

3. Como está dividido o texto?

4. O que é discutido em cada parte do texto?

5. Conceitos principais acionados?

6. Quais as conclusões do texto?

7. Quais são as suas conclusões?

8. Como se relaciona com sua formação, com o campo da cultura ou temas debatidos no curso?

9. Bibliografia usada pelo(a) autor (a)?

10. Comentários e debate entre todxs presentes.

Cinecultinho: Anina

No dia 29 de abril, foi exibido na Unipampa a animação uruguaia: Anina. O filme é de uma simplicidade, leveza, além de um frescor próprio da infância. Retrata uma menina de 10 anos que tem que lidar com seus medos após receber um castigo no colégio, depois de um desentendimento com uma colega. a todo momento há uma referência ao local onde se passa a estória: Montevideo, ora evidenciado pelos fardamentos, ora pelos hábitos alimentares, como quando a mãe de Anina faz torta frita, ora pelas músicas características uruguaias. Esta exibição contou com a presença significativa das crianças e de responsáveis que aproveitaram ao máximo a atividade. No geral, as crianças de menor faixa de idade demonstraram maior interesse pelo filme. O Cinecultinho é uma das principais atividades de extensão do grupo PET-PPC.

Contribuição do grupo PETPPC em atividade do curso de História da UNIPAMPA

No dia 24 de abril de 2017, segunda-feira, o grupo PET-Produção e Política Cultural colaborou com a atividade de ensino organizada pela Profa Letícia de Farias Ferreira do curso de História. Foi realizado uma exibição cinematográfica acompanhada por debate, na sede do Clube 24 de Agosto. O evento foi uma extensão do componente curricular “História da África”, lecionado pela Profª Dra. Letícia , onde foi exibido o filme “O Elo Perdido” (Man to Man, 2005) dirigido por Régis Wargnier e gravado concomitantemente na África do Sul, França, Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte. Além do PET-PPC, a convidada especial para mediar o debate foi a Profª Dra. Giane Vargas Escobar. O filme nos trouxe uma narrativa de retratos sobre o processo de intervenção dos EUA no continente Africano, onde um casal de pigmeus foi retirado de sua terra para ser objeto de estudo da ciência em meados do séc XIX. Entre generalizações e estereotipamentos sobre raças, classes sociais, política, comércio, e fundamentos da ciência, o conteúdo do filme nos incitou a um debate rico em esclarecimentos que desmitificam discursos classistas e racistas sobre a questão da negritude e o processo de colonização e descolonização da África. E ainda, ali percebemos a importância de realizarmos exibições cinematográficas de filmes produzidos por e/ou para afro-descendentes, e ficou a dica para um próximo encontro! Nós, a professora Letícia e a professora Giane agradecemos imensamente a presença de todos os participantes e ouvintes!