Projeto de Pesquisa do PET – Produção e Política Cultural: Grupo de Estudos sobre Política Cultural

Nos dias dezoito de maio, um, oito e vinte e dois de junho, aconteceram as reuniões do Grupo de Estudos sobre Política Cultural – Projeto de Pesquisa do PET – Produção e Política Cultural. As reuniões quinzenais funcionaram com a dinâmica de apresentação de um texto por parte de alguns bolsistas, seguido por debate sobre o tema. Todas as apresentações foram abertas a comunidade acadêmica e contaram com a presença de diversos alunos não bolsistas, inclusive de outros cursos.

O primeiro encontro, no dia dezoito, teve como base o texto “Políticas culturais no Brasil: tristes tradições” de Albino Rubim e foi apresentado pelas bolsistas Milena Cristina Almeida, Karina Brisolla e Pollyanna Cardoso. O texto embasou não somente este encontro, mas também serviu como ponto chave de discussão nas semanas seguintes, discorrendo sobre as três tristes tradições das políticas culturais em nosso país: as ausências, os autoritarismos e as descontinuidades.

O segundo texto, também de autoria de Albino Rubim, “Políticas culturais no primeiro governo Dilma: patamar rebaixado” – assim como os dois próximos artigos, faz parte do livro Políticas culturais no governo Dilma / Antonio Canelas Rubim, Alexandre Barbalho, Lia Calabre, Organizadores. – Salvador: EDUFBA, 2015. -, foi apresentado no primeiro dia de junho, pelo bolsista Renato Vieira e pelas bolsistas Raicilane Santana e Camilla Lourenço, trazendo forte debate, principalmente,  no que tange a necessidade de formação na área cultural, assim como da participação direta e determinante do Estado no que diz respeito a tomada de decisões sobre as verbas públicas destinadas à cultura.

O artigo “Notas sobre os rumos das políticas culturais no Brasil nos anos de 2011 – 2014” de Lia Calabre, foi apresentado pela bolsista Natalia Ney e pelos bolsistas Breno Santareno e Bruno Henrique, no dia oito de junho, devido ao feriado na semana seguinte. Neste dia, o debate permeou as questões relacionadas tanto a diversidade de processos iniciados nas gestões  dos Ministros Gilberto Gil e Juca Ferreira (2003 – 2010), quanto a ausência de empenho para a implementação de uma política cultural efetiva, descontinuidades e continuidades nas gestões das Ministras Ana de Hollanda e Marta Suplicy (2011 – 2014).

Alexandre Barbalho é o autor do texto apresentado no último encontro, “O segundo tempo da institucionalização: o sistema nacional de cultura no governo Dilma” que contou com a exposição das bolsistas Athemis Fonseca e Gezilane Silvestre. A discussão do grupo, dentre várias premissas que rodeiam o SNC, voltou-se, principalmente, às questões referentes aos processos de condução e acessibilidade de atores sociais à participação factual nas Conferências Municipais de Cultura, assim como, da necessidade de alimentação do Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC) na cidade de Jaguarão/RS – com o foco na importância do entendimento do conceito ampliado de cultura -, principalmente no que envolve o levantamento dos atores referentes aos eixos já abordados na recente CMC do município.

No próximo semestre começará uma nova etapa do grupo de estudos, com novos textos, novos panoramas e mais debates. Até mais!

 

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