II Semana LGBTQ+: Prêmio Salto de Ouro | Confira o edital e participe!

 EDITAL SALTO DE OURO

No dia 29 de junho de 2018, o PET – PPC realizará na Unipampa – Jaguarão, a segunda edição do Prêmio Salto Ouro, a atividade mais glamourosa da II Semana LGBTQ+, também realizada pelo grupo e que acontecerá entre os dias 25 e 29 de junho.

Com um caráter competitivo simbólico, o Salto de Ouro busca fomentar e propagar a cultura Drag Queen em Jaguarão – cidade que possui longa história com o tema – e também em âmbito acadêmico, promovendo visibilidade, projeção e conscientização contra as mais variadas formas de homofobia.

Com a temática “Toda cor tem em si uma luz, uma certa magia”, esperamos a inscrição de todas e todos que quiserem participar, homens, mulheres, TRANS, Travestis, Gays, Lésbicas e simpatizantes. Se você tem mais de 18 anos, vem com a gente brilhar!

Aqui, no edital do II Prêmio Salto de Ouro, você vai encontrar todos os detalhes para a realização da inscrição, da apresentação e também sobre a premiação.

E para saber mais sobre as performances Drag Queen, não deixe de ver o vídeo realizado pelo projeto DRAG-SE, grupo formado por drags cariocas:

Saiba mais sobre o projeto Drag-se aqui.

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Exposição Poéticas Visuais | PET – PPC exibe fotografias do projeto na Galeria Intercultural Magliani

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Exposição Poéticas Visuais

A Galeria Intercultural Magliani (GIM), na Unipampa, durante este mês, abriga a exposição de um dos projetos do PET – PPC, o Poéticas Visuais. A exposição compõe as atividades que celebram os dez anos de criação da Universidade.

O Poéticas Visuais foi idealizado pela tutora do grupo e existe enquanto uma manifestação do olhar poético dos estudantes sobre a cidade de Jaguarão. Executado através do Facebook, o projeto já conta com mais de cem fotografias e demonstra a beleza nos traços corriqueiros do dia a dia.

A curadoria da exposição foi realizada pela ex-bolsista Damaris de Lima, graduada em 2017 no bacharelado em Produção e Política Cultural. A escolha das fotos priorizou a vida em Jaguarão e o cotidiano universitário.

Dez autores compõem a exposição que conta com um total de quinze fotografias.

Crismara Gaia, formada pelo curso de Pedagogia, fez um belíssimo registro de um dos maiores mascotes da Unipampa, o pequeno Gigante. Do curso de Produção e Política Cultural, Milena Cristina Almeida, que formou-se com um TCC sobre diretoras de cinema, exibe marcas da resistência da mulher. Bruno Lamas, faz um recorte visual de um de seus curta-metragens, e demonstra a poética em uma taça de vinho. Emily Edwards e Greicymarri Ávila valorizam o pôr do sol jaguarense, uma das maiores belezas da cidade. Um pássaro vive o paradoxo da liberdade na fotografia do ator Breno Santareno. Thaís Fernanda Raposo desce o seu olhar por uma rua típica de Jaguarão, que para os que não são daqui, sempre geram memórias. Niel Nie traz a poética das pixações (filosofias) locais. Um pássaro contemplativo, um gato de olhar certeiro e a semana da consciência negra representam de alguma forma o que Luis Atila levou de Jaguarão após terminar a graduação e voltar para casa. Camilla Lourenço transita o seu olhar pelo movimento de resistência, de pessoas e da natureza.

A exposição mostra a beleza de viver em Jaguarão. A poesia está por todos os lados, às vezes só é preciso um incentivo para enxergá-la. Esse é o Poéticas Visuais.

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Abaixo algumas das fotos presentes na exposição:

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Devolutiva |Grupo de Estudos em Políticas Culturais – Em tempos de crise: o MinC e a politização do campo da cultura

No dia 04/05, sexta-feira, aconteceu o segundo encontro do grupo de estudos em políticas culturais do PET – PPC, em 2018. O texto debatido foi “Em tempos de crise: o MinC e a politização do campo da cultura“, do autor Alexandre Barbalho. A apresentação ficou a cargo do petiano Thiago Godoy e da petiana Athemis Fonseca.

O texto de fácil interpretação retrata o nosso mais atual momento de autoritarismos no âmbito da política cultural. Baseado em notícias de jornais como a Folha de São Paulo e O Globo, Alexandre Barbalho contextualiza e analisa os acontecimentos de 2016 relacionados ao Ministério da Cultura, sua rápida extinção, tentativa de transformação em secretaria e a sua recriação.

O desenrolar dos eventos ocorre a partir do momento em que há o impeachment da presidenta Dilma Rousseff e o governo interino de Michel Temer assume a presidência da República Federativa do Brasil, tomando atitudes que levam o país a um retrocesso de 30 anos. Barbalho atualiza o período histórico político fazendo uma reflexão e comparação entre o período Collor e o atual governo de Michel Temer. O autor ressalta que a resistência do campo cultural em 2016, foi muito mais intensa em comparação ao que o ocorreu durante o governo Collor, e foi exatamente esse fato que permitiu a sobrevivência do MinC.

Segundo análise do autor, a maior politização e organização do campo da cultura, fatores que permitiram o combate aos recentes ataques realizados pelo governo, veio posteriormente ao sistema implementado pela gestão do ex-ministro Gilberto Gil. Barbalho ressalta as políticas culturais implementadas por essa gestão, um processo que contemplou o campo cultural a partir de uma administração voltada à questão popular.

Os agentes do campo da cultura, artistas, intelectuais, produtores culturais, associações e movimentos culturais possuem total protagonismo na luta pela não extinção do MinC, um reflexo político corresponsável pela participação ativa destes agentes na luta pela democracia.

Após a apresentação do texto deu- se início ao debate provocado pelas debatedoras, as bolsistas Karina Brisolla e Natalia Ney. As provocações acerca do tema foram das mais diversas, levando também em consideração a atual conjuntura em que se encontra o MinC e como este tem se posicionado diante dos interesses e necessidades dos agentes e instituições culturais.

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Devolutiva | Oficina de Currículo Lattes

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Divulgação – Oficina Currículo Lattes

Na manhã do dia 13 de abril de 2018, o PET PPC realizou uma Oficina de Currículo Lattes, ministrada pela tutora do grupo, a professora Carla Rabelo.

A oficina teve como objetivo elucidar dúvidas sobre a plataforma. Estiveram presentes alguns calouros e também veteranos.

Em formato expositivo, a professora abriu em tempo real a plataforma Lattes e fez apontamentos sobre as abas de construção do currículo, permitindo que os alunos presentes tirassem suas dúvidas, sendo possível alterar e atualizar seus currículos durante a oficina. O currículo do pesquisador da UFBA Albino Rubim foi usado como exemplo para ilustrar os itens.

O momento também foi mais uma oportunidade de esclarecer dúvidas sobre o edital vigente para futuros bolsistas do PET-PPC. Na ocasião, houve novamente o reforço que o lattes não seria um critério de avaliação como foi amplamente divulgado entre os discentes do curso de Produção e Política Cultural, mas que seria importante para a caminhada de calouros e veteranos como forma de registro de suas atividades acadêmicas. Por fim, abriu-se espaço para sanar as últimas dúvidas sobre o edital do PET-PPC.

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Devolutiva | Grupo de Estudos em Políticas Culturais – A Política Cultural: regulação estatal e mecenato privado

O grupo de estudos em políticas culturas do PET – PPC realizou o seu oitavo encontro na sexta-feira, 20 de abril, com o debate sobre o texto A Política Cultural: regulação estatal e mecenato privado, da autora Maria Arminda do Nascimento Arruda.

A apresentação do texto foi realizada pelo bolsista Gabriel Muzzi e a bolsista Camilla Lourenço, seguidos pelos bolsistas debatedores Breno Santareno e Athemis Fonseca.

O texto trouxe questões referentes às políticas culturais durante a atuação do ministro da cultura Francisco Weffort, ao longo do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, um momento onde, segundo o texto, o Estado assumiu uma postura de mediar o financiamento dos aparelhos e atividades culturais realizado através do mecenato privado. Nesse contexto, o marketing cultural se fortalece e as empresas passam a utilizar as leis de incentivo, como a Lei Rouanet, por exemplo, como importantes ferramentas de autopromoção.

Os apresentadores discorreram também sobre dados apresentados durante o texto, onde ficou evidente o crescimento do investimento na cultura – muito focado nas linguagens artísticas – realizado neste período, mas esse crescimento não pode ser encarado como um avanço em prol da diversidade cultural ou nem mesmo da perspectiva da cultura enquanto um direito. De fato, foi neste período que as relações entre cultura e mercado ganharam um novo sentido: “Cultura é um bom negócio”, como ficou marcado por uma cartilha de incentivo à Lei Rouanet, produzida pelo ministério de Weffort.

Posteriormente o debate foi aberto para os demais bolsistas e estudantes presentes, que pontuaram o tema a partir da perspectiva da atuação de um gestor ou produtor cultural em um contexto onde as políticas culturais ainda sofrem com uma enorme ingerência do mercado.

Os encontros são abertos ao público, aqui é possível encontrar as próximas datas e os links para download dos textos.

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